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Está a chegar mais um novo ano - Chama-se 2013!

Com este nome, vamos ter mais azar?


Chega aquela altura em que só se vêem publicações sobre as tendências para o novo ano.

E quais são elas?


(Será que queremos mesmo ir por aí?)


É que hoje já as temos para todos os desejos e necessidades.

Mesmo para todos os tamanhos e cores.

Algumas conseguem ser distribuídas e ainda faltam meses para começarem a ter efeito (o novo ano).



As tendências das tendências


Talvez seja mais interessante falar antes da tendência das tendências do que propriamente em algumas das mesmas.


Certo, há tendências sérias. E sim, são produzidas de forma objectiva e científica.

Mas será que o prazo de validade de algumas chega até à altura em que estas deviam ser úteis?

E quem as faz, quando acontece algo (como foi o caso da pandemia), revê os resultados adequando-os aos novos cenários?


São poucos casos em que isso acontece.

É a questão, em muitos casos, em que se produz conteúdo para poder oferecer em troca de uma "lead".

Quantas acrescentam valor?



Tendências de vários temas


Nesta altura, numa pasta aqui no computador, já estão reunidos pelo menos uns vinte documentos com diversas tendências.

E os documentos relacionados com o digital são sempre em maior número.

Não porque sejam mais procurados, mas talvez porque todos têm sempre algo a dizer sobre isso. Mesmo que seja mais do mesmo.


É uma verdade que é um tópico que é relevante para todos os que se movem nessa área. Cada vez mais os potenciais e actuais clientes, passam o dia com o olhos num ecrã.

O tempo dispendido on-line já anda na média de quase 6H e 30m por dia, mesmo em Portugal.



Ao que se pode somar o "streaming" e os visionamentos. O que quer dizer que, para se estar em contacto com as nossas audiências, é indispensável possuir conteúdo on-line, nas suas mais variadas formas. Sermos produtores e curadores dos temas que são relevantes para as marcas, nomeadamente o UGC (User Generated Content - Conteúdos gerados pelo consumidor)



Vamos continuar com tendências erráticas?


E com um comportamento cada vez mais errático, os consumidores (ou pessoas) continuam a gerar e obrigar a mudanças permanentes em muitos negócios. Como?


Isso talvez seja conversa para outra publicação, mas entre: a adopção cada vez mais sistemática de soluções digitais; a alteração de comportamentos por situações vivenciadas durante a pandemia; à adopção de conceitos como: sustentabilidade, ambiente, inclusividade, etc. - e a sua adopção na sua forma de vida; a conclusão de que precisamos de mais equilíbrio entre a vida pessoal e profissional; e tantos outros temas que têm levado a mudanças (por vezes radicais) na forma como consumidores lidam com as empresas e marcas, a inclusão do digital é um "must".


Mais exigência, diferentes meios, o reconhecimento da responsabilidade das organizações neste planeta, obrigam a muitas mudanças.


Mas para o ano que se avizinha, e que ainda por cima trás o estigma do "13" consigo, serão estes os eventos que são mais relevantes para as empresas, marcas e produtos?


Os cenários internos e externos, não poderão ser relevantes para abordar a incerteza do próximo ano?



E que tendência para as tendências no mercado?


As temáticas, com os cenários que podemos ter de enfrentar neste ano a estrear, talvez sejam um pouco mais diversificadas.

Até porque podem exigir que as organizações mantenham uma vigilância mais apertada sobre tudo o que se passa ao seu redor (seja localmente, a nível do território e noutros mercados).


Tanto ao nível das operações e comportamentos, como de todo o contexto económico, ou até da continuação da evolução da situação das cadeias de abastecimento.


Muitas são as tendências, mas as análises acabam por se ir centrando em questões mais prosaicas como as questões de proximidade.


Apesar de o Marketing ser vital para avaliar as circunstâncias e as implicações de algumas destas evoluções, haverá também circunstâncias que terão um impacto relevante, para além das macro já referidas.


Umas dessas está relacionada com o comportamento dos consumidores localmente face aos cenários que se apresentam e à extrema volatilidade, e as eventuais mudanças de comportamento.



Quais os fontes mais confiáveis?


Alguns desses estudos são sérios e relevantes para grande parte das actividades das empresas. Quer sejam dirigidas a empresas (B2B) ou para o consumidor final (B2C).


Só para referenciar alguns, a GWI, a EuroMonitor International, a Kantar, Wunderman Thompson ou a Brandwatch (e mesmo a Meta, Microsoft ou LInkedIn), produzem análises fundamentadas, e nalguns casos são revistas ou realizadas análises de detalhe sobre alguns tópicos.

É só procurar a informação que pode ser mais útil para cada mercado ou segmento (nicho).

Pode mesmo encontrar alguma informação mais relevante por regiões ou mesmo países.




Temos de alargar a âmbito e vigilância...


Apesar do sarcasmo inicial neste post, de facto é fundamental a análise e vigilância relativamente a evolução do comportamento de algumas variáveis habitualmente, com o ano pleno de incertezas a todos os níveis, e mesmo com diferenças entre territórios, este ano essa vigilância é mais relevante e necessariamente mais abrangente.


Ao nível do comportamento de compra, da economia, dos estilos de vida, da resposta às necessidades expressas pelos diferentes de tipos de consumidores, tudo são áreas onde, mais do que nunca, devemos investir a nossa atenção.


Se necessitar de ajuda, não se preocupe, estamos por cá para isso.


Fazendo estudos e análises à medida das diferentes necessidades.

É só contactar!


E se não falarmos antes, até para o ano! Boas entradas!

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